
CULTURA VIVA
Africanas de Belmonte
O protagonismo feminino que mantém viva a ancestralidade afro-belmontense
As Africanas de Belmonte transformam tradição, música e identidade em uma das manifestações culturais mais emocionantes da cidade. Fundado em 2004 por Junita de Oliveira Santos, o grupo celebra a força das mulheres, preserva a herança afro-brasileira e leva às ruas um espetáculo de ritmo, resistência e pertencimento que encanta moradores e visitantes.

ANCESTRALIDADE, FORÇA FEMININA E CULTURA POPULAR
Uma tradição construída por mulheres que inspira gerações
As Africanas de Belmonte representam muito mais do que um grupo cultural. São a expressão da força feminina, da memória coletiva e da valorização da cultura afro-brasileira no extremo sul da Bahia.
Criado em 12 de janeiro de 2004, o grupo nasceu do sonho de Junita de Oliveira Santos, que idealizou uma manifestação capaz de homenagear o povo negro e fortalecer o protagonismo das mulheres dentro das tradições populares de Belmonte.
Desde sua primeira apresentação, as Africanas conquistaram um lugar especial na história cultural do município. Cada desfile reúne música, dança, ancestralidade e emoção, transformando as ruas da cidade em um espaço de celebração das raízes africanas e da identidade belmontense.
Mais do que preservar uma tradição, as Africanas inspiram novas gerações a reconhecerem o valor da cultura, da coletividade e da memória construída pelas mulheres da comunidade.
Desde 2004
Mais de duas décadas preservando a cultura afro-brasileira através da dança, da música e da tradição popular.
Fundado por Junita de Oliveira Santos
Uma mulher que transformou um sonho em um dos grupos culturais mais representativos de Belmonte.
Cultura e ancestralidade
As Africanas unem ritmo, identidade, memória e valorização das raízes africanas em cada apresentação.
Protagonismo feminino
Um grupo formado por mulheres que mantêm viva uma tradição construída com dedicação, união e resistência.
A FORÇA DAS AFRICANAS NAS RUAS DE BELMONTE
Ritmo, ancestralidade e emoção que transformam o Carnaval Cultural
Quando as Africanas ocupam as ruas de Belmonte, a cidade revive parte da sua própria história. Ao som dos atabaques e da força dos movimentos, o grupo leva alegria, identidade e orgulho para moradores e visitantes.
Cada apresentação celebra a ancestralidade africana através da dança, dos cantos, dos figurinos e da energia coletiva das mulheres que mantêm viva essa tradição.
Mais do que um espetáculo, as Africanas oferecem uma experiência cultural autêntica, capaz de emocionar quem conhece Belmonte durante o Carnaval Cultural e outras celebrações populares.

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As Africanas de Belmonte nasceram em 2004 como uma homenagem ao povo negro e ao protagonismo das mulheres na preservação da cultura popular.
Idealizado por Junita de Oliveira Santos, o grupo surgiu com o propósito de criar uma manifestação que valorizasse as raízes afro-brasileiras por meio da música, da dança e da coletividade.
A primeira apresentação aconteceu na Praça São Sebastião e marcou o início de uma trajetória construída com dedicação, criatividade e amor pela cultura belmontense.
Ao longo dos anos, dezenas de mulheres passaram pelo grupo, fortalecendo essa história e mantendo viva uma tradição que faz parte da identidade cultural da cidade.
Mesmo enfrentando desafios como a falta de recursos e a perda de sua fundadora em 2011, as Africanas continuaram seguindo em frente graças ao compromisso de suas integrantes em preservar esse importante legado.
Hoje, cada desfile representa muito mais do que uma apresentação cultural. É uma homenagem à memória de Junita de Oliveira Santos e a todas as mulheres que fizeram das Africanas um patrimônio vivo de Belmonte.
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01. Uma história de resistência
Fundadas em 12 de janeiro de 2004, as Africanas preservam uma tradição construída com coragem, dedicação e valorização da cultura afro-brasileira.
02. Legado de Junita
O grupo mantém vivo o sonho de sua fundadora, cuja visão transformou uma simples ideia em uma das manifestações culturais mais marcantes de Belmonte.
03. Cultura que emociona
Cada desfile reúne música, dança, ancestralidade e participação popular, fortalecendo a identidade cultural do município.
As Africanas de Belmonte
Categoria: Grupo Cultural Afro
Fundadora: Junita de Oliveira Santos
Belmonte – Bahia • Bairro da Biela
04. Patrimônio da comunidade
Mais do que um grupo carnavalesco, as Africanas representam uma tradição preservada pelas mulheres da comunidade e compartilhada com orgulho entre gerações.
DÚVIDAS FREQUENTES
O que saber sobre as Africanas de Belmonte
Conheça um dos grupos culturais mais importantes da cidade e descubra como a força das mulheres mantém viva essa tradição.
O que são as Africanas de Belmonte?
As Africanas são um grupo cultural criado em 2004 para valorizar a ancestralidade africana, o protagonismo feminino e a cultura popular de Belmonte.
O que são as Africanas de Belmonte?
As Africanas são um grupo cultural criado em 2004 para valorizar a ancestralidade africana, o protagonismo feminino e a cultura popular de Belmonte.
Quem fundou as Africanas?
O grupo foi idealizado por Junita de Oliveira Santos, responsável por criar uma manifestação que homenageia a identidade afro-brasileira e fortalece a cultura local.
Qual é o significado das Africanas?
O grupo representa a força das mulheres, a memória da comunidade, a ancestralidade africana e a preservação das tradições populares belmontenses.
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