
CULTURA VIVA
As Nagôs de Belmonte
Afoxé, ancestralidade e resistência no coração da cultura belmontense
As Nagôs de Belmonte são símbolo de força, fé, memória e identidade. Primeiro grupo afro carnavalesco da cidade, o afoxé mantém viva uma tradição com mais de 60 anos, conduzida pela liderança de Mestra Dezinha e pela energia das mulheres que transformam dança, música e religiosidade em cultura viva.

ANCESTRALIDADE, FÉ E CULTURA AFRO-BELMONTENSE
Uma tradição feminina que atravessa gerações
As Nagôs de Belmonte representam uma das expressões culturais mais importantes da cidade. Com mais de 60 anos de história, o grupo é reconhecido como o primeiro grupo afro carnavalesco de Belmonte, mantendo viva uma tradição marcada pelo afoxé, pela dança, pela música, pela religiosidade e pela ancestralidade.
Sob a liderança criativa de Mestra Dezinha, as Nagôs se tornaram símbolo de resistência, coletividade e valorização da cultura afro-baiana. Cada apresentação carrega memória, ritmo, fé e pertencimento, ensinando às novas gerações a importância de reconhecer e preservar suas raízes.
Mais do que um bloco cultural, as Nagôs são presença viva nas ruas, nos encontros, nos eventos e na história de Belmonte. Sua trajetória fortalece a identidade da cidade e reafirma o papel das mulheres na preservação da cultura popular.
Mais de 60 anos
As Nagôs preservam uma tradição afro carnavalesca que atravessa gerações em Belmonte.
Afoxé e ancestralidade
O grupo une dança, música, religiosidade, memória e identidade afro-baiana.
Mestra Dezinha
A liderança de Mestra Dezinha mantém viva a força criativa e cultural das Nagôs.
Cultura feminina
Formado por mulheres, o grupo celebra resistência, coletividade e pertencimento.
A FORÇA DAS NAGÔS NAS RUAS DE BELMONTE
Cores, fé, canto, dança e ancestralidade em movimento
Quando as Nagôs saem às ruas, Belmonte se reencontra com uma das suas expressões culturais mais fortes. O grupo transforma o caminhar em celebração, o canto em memória e a dança em resistência.
Com suas roupas, guias, turbantes, saias coloridas e presença marcante, as Nagôs carregam beleza, espiritualidade e orgulho. Cada apresentação revela a potência da cultura afro-belmontense e a importância de manter viva uma tradição que une passado, presente e futuro.
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As Nagôs de Belmonte são uma das manifestações culturais mais importantes da cidade. Reconhecidas como o primeiro grupo afro carnavalesco de Belmonte, elas carregam mais de 60 anos de história, memória e resistência.
O grupo é organizado sob a liderança criativa de Mestra Dezinha, referência da cultura popular belmontense. Ao longo de sua trajetória, as Nagôs se consolidaram como expressão de afoxé, dança, música, religiosidade e ancestralidade, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações.
Todos os anos, o bloco sai aos domingos e terças-feiras, percorrendo o bairro da Biela, um dos territórios mais marcantes da cultura afro-baiana em Belmonte. Durante o percurso, o grupo passa por casas previamente escolhidas, brinca com a comunidade e segue em direção ao Centro, arrastando moradores, visitantes e admiradores.
O número de integrantes varia entre 30 e 60 mulheres, que levam às ruas a força da presença feminina, da fé, da coletividade e da identidade afro-belmontense. Em composição reduzida, as Nagôs também se apresentam em eventos culturais da região, universidades e festivais.
Ao longo dos anos, o grupo já levou sua tradição para cidades como Salvador, Eunápolis, Canavieiras, Santa Cruz Cabrália, Porto Seguro e outros municípios, ampliando o reconhecimento da cultura de Belmonte para além do seu território.
As Nagôs de Belmonte também já foram tema de pesquisa registrada em publicação pela Universidade Federal do Sul da Bahia, reforçando sua importância como patrimônio cultural, artístico e histórico. Recentemente, Dona Dezinha foi agraciada com o prêmio de Mestra da Cultura Popular, concedido pela Secult Bahia, através da Lei Paulo Gustavo, em reconhecimento à relevância de sua trajetória cultural e artística para a Bahia.
Mais do que um grupo carnavalesco, as Nagôs são símbolo de ancestralidade, resistência e pertencimento. Sua história ensina às novas gerações o valor da memória, da fé, da cultura afro-baiana e da força coletiva das mulheres que mantêm viva a alma cultural de Belmonte.

01. Primeiro grupo afro carnavalesco
As Nagôs são reconhecidas como o primeiro grupo afro carnavalesco da cidade de Belmonte, preservando uma tradição com mais de 60 anos de história.
02. Liderança de Mestra Dezinha
Sob a condução de Mestra Dezinha, o grupo mantém viva uma trajetória marcada por criatividade, fé, resistência e valorização da cultura popular.
03. Saída tradicional
O bloco sai todos os anos aos domingos e terças-feiras, percorrendo o bairro da Biela e seguindo para o Centro, levando alegria e cultura para as ruas.
As Nagôs de Belmonte
Categoria: Grupo afro carnavalesco / Afoxé
Tradição: Mais de 60 anos de história
Liderança: Mestra Dezinha
Belmonte – Bahia • Bairro da Biela
04. Presença além de Belmonte
Em formações reduzidas, as Nagôs também participam de eventos culturais, festivais, universidades e apresentações em outras cidades da Bahia.
DÚVIDAS FREQUENTES
O que saber sobre As Nagôs de Belmonte
Respostas rápidas para entender a importância desse grupo afro carnavalesco para a cultura viva, a ancestralidade e a memória de Belmonte.
O que são as Nagôs de Belmonte?
As Nagôs de Belmonte são um grupo afro carnavalesco e afoxé que preserva uma tradição cultural com mais de 60 anos de história na cidade.
Por que as Nagôs são importantes para Belmonte?
Porque representam ancestralidade, resistência, religiosidade, dança, música e memória afro-baiana, fortalecendo a identidade cultural do município.
Quem lidera as Nagôs?
O grupo é conduzido pela liderança criativa de Mestra Dezinha, referência da cultura popular de Belmonte.
Quando o bloco sai às ruas?
O bloco sai todos os anos aos domingos e terças-feiras, percorrendo o bairro da Biela e seguindo para o Centro de Belmonte.
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